Notícias

Comunicados

Em Magé, Jiu-Jitsu transforma o ambiente escolar

06/03/2018

De forma inovadora e quebrando os estigmas vinculados ao Jiu-Jitsu, uma pequena escola de Fragoso, Magé, incluiu a modalidade na grade curricular. As aulas são ministradas para mais de 150 alunos, de 3 a 9 anos, do Centro Educacional Soares Coimbra pelo Prof. de Educação Física e faixa preta em Jiu-Jitsu Luciano Moreira. A atividade já apresentou grandes resultados, como a melhora dos alunos na escola, em casa e na própria saúde.

Pensada para ser uma classe inclusiva, Luciano ministra aulas para crianças com grau de autismo, onde trabalha a interação e as capacidades desses alunos diante dos desafios que parecem impossíveis de superar. Em alguns estudos observou-se que o contato físico é uma das principais formas de se obter uma comunicação com o autista.

Neste âmbito e com base nos depoimentos dos familiares e professores do CESC, a modalidade se mostrou eficaz, porque promove forte contato físico que pode facilitar o diálogo corporal, além de otimizar o desenvolvimento psicomotor. Durante a luta, a criança é capaz de desenvolver a coordenação espaço-temporal, esquema corporal e ritmo (respiração), além de melhorar algumas valências físicas: agilidade, força, resistência.

Para além do contato físico, a atividade trabalha o respeito pelo adversário e pelos seus próprios limites, conhecimento corporal e autocontrole através de movimentos onde os oponentes iniciam a luta em pé e consequentemente terminam no solo.

Projeto é executado em uma escola de Magé pelo Prof. de Educação Física Luciano

Além do trabalho inclusivo, as aulas de Jiu-Jitsu têm ajudado famílias inteiras no tratamento da obesidade e diabetes, uma vez que já foi comprovado cientificamente os benefícios do esporte para o controle da glicemia.

Como o Jiu-Jitsu ajudou meu filho?
Lucilene Nolasco fazia parte do grupo de pais que encarava o Jiu-Jitsu com receio, pois via como algo violento. Ela explicou que nunca imaginou o filho praticando a modalidade, mas tudo mudou quando o pequeno Marlon Nolasco foi diagnosticado com diabetes aos três anos. Apesar de contrariada, a mãe seguiu a orientação da pediatra e o inscreveu em uma atividade esportiva no CESC, escola em que estuda. “O fato da atividade ser ministrada por um Prof. de Educação Física e dentro do ambiente escolar motivou a minha escolha”.

Hoje, com oito anos, ele é um dos alunos mais empenhados e que apresentou melhores resultados, além de já participar de campeonatos. O aumento na disciplina em casa, o bom humor e a redução no índice glicêmico mostraram a Luciana que ela fez a opção certa.

Outras notícias:

Informes

CBMF é fake, não se deixe enganar!

Fiscalização

CREF1 participa de operação contra o exercício ilegal da profissão em academia da CBMF no Rio de Janeiro

Comunicado

Comunicado

Fiscalização

CREF1 flagra leigo atuando no treinamento funcional em Maricá

Fiscalização

Fiscais flagram exercício ilegal em Treinamento Funcional em Madureira

Fiscalização

Leigo é flagrado ministrando aula de Cross Training em Nova Iguaçu

plugins premium WordPress

Escolha a versão do seu celular